MENU
Página Inicial
SHOPPING
Cadastre-se
Links
Livros
 AQUÁRIOS
A Água
Começando
Conselhos
Decoração
Densidade
Dicas
Doenças
Filtração
Iluminação
Manutenção
Montagem
PH
Rochas Vivas
Sistema JAUBERT
Tamanho do Vidro
Temperatura
Testes
 SERVIÇOS
Chat
Gasto do seu Aquário
Downloads de Programas
 FOTOS
Algas
Anêmonas
Corais
Equipamentos
Filtros
Invertebrados
Peixes
 OUTROS
Dicionário
Enquetes
Assine o Livro de Visitas
Leia o Livro de Visitas
Mapa do Site
 

VÍDEOS

  Yellowtang - 0.5 Mb

  Simbiose2 - 0.8 Mb

  Odonus niger - 1.1 Mb

  Cardume - 1.7 Mb

  + Vídeos

  ANUNCIANTE

Visite nosso Anunciante



Topsites de Aquarismo

 


O CORAL GEMULAÇÃO CISSIPARIDADE

Os tentáculos da placa oral que rodeiam a faringe, ou estomódio (1), de um pólipo de coral captam alimentos que são digeridos pelas células do mesentério (2) que revestem a cavidade gastrovascular central. O pólipo segrega septos calcários e uma teca (3), em forma de taça, que o protege. Finas extensões de tecido (4), bem como prolongamento da cavidade geral, ligam-no aos corais vizinhos. Os órgãos reprodutores (5) produzem gametas na reprodução sexuada nada livremente durante um breve período, fixando-se depois num substrato sólido, geralmente coral morto. O novo pólipo constitui então a sua própria colônia 

Os pólipos novos formam-se a partir de células do tecido vivo que une pólipos mais antigos.

O pólipo adulto alonga-se e o número dos seus tentáculos e septos carnudos aumenta. o pólipo divide-se então em dois.

 

Fonte:

SEGREDOS DO MAR. O mundo fascinante dos oceanos e das ilhas.

 

 

Clique na Foto do Coral Desejado:


 

Torch Coral

 

 

   Primo do Hammerhead, possui requisitos basicamente iguais. Curiosamente, vários Torch diferentes podem ser colocados próximos em um aquário, formando um belo buquê, mas não podemos misturar, por exemplo, um Hammerhead e um Torch, sob pena de terminarmos com apenas uma colônia, ou até sem as duas, graças à "guerra" química.

   Também crescem bem, gostam de boa luminosidade e movimentação de água mais calma, porém constante. Normalmente os encontramos nas lojas com algumas "tochas" ou "dedos" já mortos, mas isso nem sempre indica problemas. O fato é que o Torch sente muito a viagem de importação e alguns de seus "dedos" podem não resistir. Mesmo assim, se houverem "dedos" saudáveis, podem comprá-los sem maiores problemas, pois crescerão e poderão até se reproduzir em seu tanque, formando belas colônias. Se quiser, pode serrar os pedaços que já estiverem mortos. Não deve ser colocado muito próximo da superfície. Pode ter problemas na fase de adaptação.


 

Tongue Coral

 

 

 

   Parece uma língua escura com pólipos finos. Sempre de formatos alongados, podem se apresentar retilíneos, curvos e até em Y. Um dos pouquíssimos corais capazes de moverem-se, inflando e desinflando sua parte inferior. Por essa razão, devemos sempre colocá-los no fundo do cascalho, local aliás onde se desenvolvem melhor. Pelo mesmo motivo, reserve um bom espaço para ele, pois ao inflar chegam a atingir quase 3 centímetros além de seu esqueleto. Encontros com outros corais ou anêmonas sempre têm efeitos desastrosos. 
   É um coral bastante resistente, popular e fácil de ser mantido. Sob iluminação intensa as pontas de seus pólipos podem se colorir de tons fluorescentes muito atraentes. Ao chegarem de importação parecem um tronco de árvore seco, mas ao adaptarem-se em seus aquários passam a ser considerados um dos corais mais atraentes. Gosta de ser colocado em local de boa movimentação de água.


 

Brain Coral

 

 

 

   Conhecidos como corais cérebro, preferem intensa movimentação de água e luminosidade. Às vezes alguns espécimes apresentam duas cores bem diferentes, causando grande impressão nos aquaristas, devendo ser colocados na parte superior do aquário. À noite, expõem seus pólipos curtos, e nesse período gostam de ser alimentados. Crescem lentamente, mas por outro lado são bem resistentes desde que a qualidade da água seja estável e boa.

   Definham quando as condições químicas e físicas da água são pouco favoráveis como pH descontrolado, temperatura elevada por muito tempo, excesso de algas ou falta de oligoelementos. Gostam também de ausência de algas e distância de corais venenosos. Nunca toque em sua mucosa.  


 

Open Brain Coral

 

 

   A coloração avermelhada é tipica de águas turvas. As mais verdes, brilhantes, provavelmente vêm de água mais rasa ou com maior transparência. Existe uma forma amarela, muito mais difícil de ser importada, com a qual não temos experiência. De maneira geral, gostam de local com menos intensidade de luz e movimentação de água que outros cérebros.

   Seu formato de número 8 ou semelhante é típico para identificar este coral. Recomendado para iniciantes como o primeiro coral duro do aquário por sua alta resistência. Crescem bem e seu inflar e desinflar constante é muito interessante de se observar, e pode até tirá-lo do lugar em alguns casos.

   Não há necessidade, mas, eventualmente podemos alimentá-los durante a noite, quando expõem seus pólipos. Ao retirá-los da água ou manuseá-los, é altamente recomendável abaná-lo, incentivando seu total recolhimento, o que pode levar cerca de 10 minutos. Quando inflado e manuseado, pode cortar-se com seu próprio esqueleto, o que causaria sua morte.


 

Bubble coral

 

 

   Muito resistente, pode ser mantido com luz fluorescente. Prefere, no entanto, HQI. Seu posicionamento deve ser testado. Em alguns casos não desenvolvem-se bem sob intensa iluminação, mas por vezes pode preferir locais assim. Gostam de ser alimentados, e às vezes abrigam peixes palhaço.

   Exemplares de mais de 15 anos de aquário são registrados com relativa facilidade. Seus pólipos em forma de bolha são sua marca registrada. Deve-se tomar cuidado pois são agressivos e queimam tudo o que está à sua volta.


 

Hammer Head

 

 

   Assim conhecido por seu típico pólipo em formato de martelinho. Podem ser verdes, castanhos ou rosados, sendo que combinações entre essas cores são possíveis. Muito populares, podem atingir até 30 cm de expansão para fora de seu esqueleto calcáreo. Às vezes, podem contrair infecções por protozoários. Preferem movimentação pouco violenta de água, e sua colocação em relação à luz deve ser experimentada.

   Alguns indivíduos preferem muita luz, outros bem menos. São agressivos, portanto, quando adquirir um hammerhead, calcule um espaço com relação a outros invertebrados para que não ocorram "brigas" químicas.


 

Elegant Coral

 

 

   Talvez o mais popular dos corais duros. Apresentam uma ampla gama de colorações, sendo o tipo verde com pontas dos pólipos rosa ou roxa o mais valorizado.  
   Provenientes de fundo lodoso, onde se encontram parcialmente enterrados, podem ser bem mantidos até com luzes fluorescentes. Gostam de movimentação fraca a média de água, e expandem-se bem mais em aquários do que no ambiente natural. Peixes palhaços e donzelas se enganam e podem se associar com este coral como fazem com anêmonas. Estes corais não agridem os palhaços, tornando sua associação um belo fenômeno a observar no aquário, mas algumas espécies de palhaços mais afoitos podem esfregar-se contra o tecido do coral com certa violência, fazendo com que este se feche ou se machuque contra seu próprio esqueleto.

   Isso ocorre mais frequentemente com palhaços Sebae e Skunk.  
Quando precisar tirá-lo da água para transporte, ou manuseá-lo, abane com a mão dentro d'água próximo ao coral sem tocá-lo para que se feche totalmente, evitando assim lesões irreversíveis ao seu tecido.


 

Plate Coral

 

 

   Muito confundidos com anêmonas, por seus pólipos longos e com pontas contrastantes com o resto do animal. Geralmente encontrados no fundo de locais calmos do recife de corais, ou em suas imediações. Estes corais de pólipo único devem ser colocados no fundo de cascalho do aquário, com luminosidade razoavelmente forte de HQI, e apreciam receber alimento de vez em quando. São bastante frágeis a ataques de outros corais ou anêmonas, e após o ataque via de regra se deterioram até a morte.

   Apesar de largamente importados, devem ser evitados por iniciantes. Após bem adaptado ao aquário, se desenvolvem e crescem muito, chegando até os 15 cm de diâmetro. 
ido.


 

Sun Coral

 

 

   Muito Amarelos, laranjas, e até um vermelho muito escuro, aproximando-se do negro, combinam-se de várias formas para produzir os mais belos arranjos neste que é um dos corais autotróficos (não realizam fotossíntese) que podemos manter bem em aquários. Deve ser alimentado frequentemente (entre uma e duas vezes por semana) com pequenos pedaços de camarão, artêmia, pequenos pedaços de peixe ou o que o aquarista verificar que é melhor aceito pelo animal. Se alimentado corretamente, apresenta-se saudável e crescendo bem.

   Preferem regiões de luz menos intensa ou até escuras, onde se mostram abertos com mais frequência, mas podem sobreviver sob luminosidade intensa sem maiores problemas. Gostam de forte correnteza de água, e quando jogamos alimento na água, verificamos a exposição de seus pólipos. Abrem-se mais tornando mais fácil sua adaptação, se colocados de ponta cabeça, que é a forma mais comum de encontrá-los na natureza, principalmente na entrada de pequenas cavernas onde há forte entrada e saída de água, local onde pode capturar alimento mais facilmente. Em aquários podem ser presos por braçadeiras de plástico ou cola epóxi específicas. Uma boa dica é colocá-lo na parede de trás do aquário, próximo à superfície, ou seja, na vertical, onde receberão forte movimentação de água e tornar-se-á mais fácil para alimentá-lo. É encontrado em diversas regiões ao redor do mundo.


 

Leather Coral

 

 

   Gostam de luz variável, e vão bem mesmo em aquários de luz fluorescente. Gostam de movimentação média, com uma eventual corrente forte, que se pode conseguir com um wave maker.

   Existem em enorme diversidade de cor, formatos e tipos de pólipos. Existem indivíduos muito valorizados, com pólipos de cor diferentes do corpo do animal. Alguns são bem difíceis para expor os pólipos. Podem demorar até um mês ou mais para se mostrarem completamente "abertos", após introduzidos no aquário. É o coral mais chato da família para se mostrar bem no tanque, mas é talvez um dos mais belos. Reproduz-se expontâneamente com facilidade, onde nascem "filhotinhos" de sua base, que podem ser cortados e fixados em outras rochas, onde crescerão bem e ficarão tão belos quanto seus pais.

   Podemos também cortar um pedaço do coral e colocá-lo em outras rochas como se fosse uma muda. Isso causará um grande estresse no coral, fazendo com que permaneça fechado por vários dias, semanas ou até meses, mas dificilmente o levará a morte. Na dúvida o melhor é não mexer com ele.


 

Gorgônia

 

 

   Parecem com plumas ou penas, variando de coloração entre o bege claro ou escuro, e o rosa até roxo. Os pólipos são quase sempre marrons. Normalmente, se postas direto na água, sofrem um choque quase irreversível, após o qual as pontas de seus galhos começam a se desfazer. Se aclimatadas lentamente, desde que tenham viajado bem durante sua importação, costumam viver muito bem em nossos aquários e até produzirem "mudas". Adaptam-se bem a basicamente todo tipo de iluminação, mas o movimento de água é importante.

   Devem ser sempre bem movimentadas pela água com alguns "golpes" de fluxo de vez em quando. Ao chegar em seu aquário, fixe-a com cola epóxi específica. Não a deixe caída e evite tocar em seu corpo.


 

Lettuce Coral

 

 

   Não se adapta com muita facilidade às HQI, preferindo tubos fluorescentes, devendo ficar em locais com forte luminosidade e boa circulação de água (utilizar wave maker). É um dos corais mais sensíveis à qualidade da água, devendo-se portanto ter um cuidado redobrado quanto ao nível de nitrato, que deve ser o mais baixo possível.


 

Goniopora Sunflower


 

   Este coral é misteriosamente difícil de ser mantido a longo prazo. Existem raríssimas exceções, onde podem apresentar vigoroso crescimento e idades de mais de dez anos, chegando mesmo a se reproduzir por divisão. Mas via de regra, começam a demonstrar mau humor após 8 a 9 meses de aquário, não mais abrindo-se como antes. Esse processo se intensifica e um belo dia o coral começa a se desfazer.

   Originário de águas turvas, pode ser encontrado em enormes colônias. Apresentam vários formatos. Talvez num futuro próximo se possa descobrir a razão do sucesso dos poucos sortudos com esse coral e as informações cheguem a todos os aquaristas.


 

Galaxy Coral

 

 

   Não se trata de uma espécie muito fácil de ser mantida, por isso deve ser evitada por iniciantes, apesar de sua beleza, mas quando se adaptam bem ao aquário, podem viver anos e anos, e crescer bastante. Gostam de boa movimentação de água e luminosidade não muito direta. Melhor se colocados do meio para baixo do tanque. Se adaptam melhor com HQI,s.

   São bastante agressivos e lançam seus tentáculos na direção de corais vizinhos, agredindo e até matando-os aos poucos. Estes tentáculos podem atingir cerca de 15 centímetros de comprimento, por isso, mantenha outros animais à distância.


 

Fox Coral

 

 

   Nome popular de origem misteriosa. Originário de águas turvas, apreciam portanto luminosidade menos intensa. Movimentação de água ideal é lenta, quando expoem seu tecido ao máximo. Seus esqueletos em forma de cone são bastante frágeis, e quebrá-lo pode levar a danos irreversíveis. Bem simples de manter, crescem lentamente. Às vezes seus pólipos se dividem durante o crescimento, apresentando em poucos meses uma duplicação da colônia.

   O aquarista cuidadoso pode, então, dividir a colônia dupla pelo esqueleto e passa a ter dois corais. Cuidado para não prensar sua base entre duas rochas. Use epóxi apropriado para fixá-lo, caso contrário poderá cair de seu local várias vezes, o que causará grande estresse ao coral, podendo levá-lo a morte.


 

Xenia umbellata

 

   Cobiçada por anos entre aquaristas avançados, esta é uma das espécies mais fáceis de se cultivar. Xenias multiplicam-se rapidamente em aquários bem equilibrados, e sua proliferação é impressionante. Também muito propensa a morte súbita por infecção ou choques. Gostam de uma certa quantidade de matéria orgânica dissolvida na água, como suas familiares Xenias e Anthelias.

   Assim como todos os corais de sua família, não tolera altos níveis de nitrato. São encontradas no mercado em pequenas
mudas, o que é mais que suficiente para conseguir em poucos meses enormes colônias deste animal.


 

Acropora cerealis

 

 

   Considerada impossível de manter até poucos anos atrás. Com as técnicas atuais, não só as mantemos, como crescem em velocidade assustadora. Preferem grande intensidade de luz, e fortes correntes de água. Muito comum mudarem de cor no aquário, considerada a cor com que vieram do mar.

   Já se criam acroporas em cativeiro, incentivando e facilitando sua aquisição pelo aquarista. É muito comum, já em nosso país, aquaristas trocarem "mudas" destes corais. São corais indicados para aquaristas mais experientes que possuem tanques muito bem iluminados com lâmpadas HQI, excelentes skimmers, controle rigoroso de temperatura e eficiente adição de cálcio.


 

Acropora microphtalma

 

 

   Idem Acropora cerealis.


 

Acropora samoensis

 

 

   Idem Acropora cerealis.


  SHOPPING

Compre seus produtos aqui

  BUSCA RÁPIDA

Busca na

"AQUALÂNDIA"

Exemplo: Livros

  ANUNCIANTE

Visite nosso Anunciante

  LIVROS ÚTEIS

 

Compre os

Livros AQUI!

clique aqui!
by Banner-Link

 


Resolução mínima 800x600 - Copyright © 2000 - 2001

Aqualândia - Aquarismo Marinho® Todos direitos reservados - Ricardo Jackow