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O
CORAL
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GEMULAÇÃO
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CISSIPARIDADE
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Os
tentáculos da placa oral que rodeiam a faringe, ou
estomódio (1),
de um pólipo de coral captam alimentos que são
digeridos pelas células do mesentério (2)
que revestem a cavidade gastrovascular central. O pólipo
segrega septos calcários e uma teca (3),
em forma de taça, que o protege. Finas extensões de
tecido (4),
bem como prolongamento da cavidade geral, ligam-no aos
corais vizinhos. Os órgãos reprodutores (5)
produzem gametas na reprodução sexuada nada
livremente durante um breve período, fixando-se
depois num substrato sólido, geralmente coral morto.
O novo pólipo constitui então a sua própria colônia
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Os
pólipos novos formam-se a partir de células do
tecido vivo que une pólipos mais antigos.
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O
pólipo adulto alonga-se e o número dos seus tentáculos
e septos carnudos aumenta. o pólipo divide-se então
em dois.
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Fonte:
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SEGREDOS
DO MAR. O mundo fascinante dos oceanos e das
ilhas.
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Clique
na Foto do Coral Desejado:
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Torch
Coral

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Primo do Hammerhead, possui requisitos
basicamente iguais. Curiosamente, vários Torch
diferentes podem ser colocados próximos em um aquário,
formando um belo buquê, mas não podemos misturar,
por exemplo, um Hammerhead e um Torch, sob pena de
terminarmos com apenas uma colônia, ou até sem as
duas, graças à "guerra" química.
Também crescem bem, gostam de boa luminosidade e
movimentação de água mais calma, porém constante.
Normalmente os encontramos nas lojas com algumas
"tochas" ou "dedos" já mortos,
mas isso nem sempre indica problemas. O fato é que o
Torch sente muito a viagem de importação e alguns de
seus "dedos" podem não resistir. Mesmo
assim, se houverem "dedos" saudáveis, podem
comprá-los sem maiores problemas, pois crescerão e
poderão até se reproduzir em seu tanque, formando
belas colônias. Se quiser, pode serrar os pedaços
que já estiverem mortos. Não deve ser colocado muito
próximo da superfície. Pode ter problemas na fase de
adaptação.
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Tongue
Coral

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Parece uma língua escura com pólipos finos. Sempre
de formatos alongados, podem se apresentar retilíneos,
curvos e até em Y. Um dos pouquíssimos corais
capazes de moverem-se, inflando e desinflando sua
parte inferior. Por essa razão, devemos sempre colocá-los
no fundo do cascalho, local aliás onde se desenvolvem
melhor. Pelo mesmo motivo, reserve um bom espaço para
ele, pois ao inflar chegam a atingir quase 3 centímetros
além de seu esqueleto. Encontros com outros corais ou
anêmonas sempre têm efeitos desastrosos.
É um coral bastante resistente, popular
e fácil de ser mantido. Sob iluminação intensa as
pontas de seus pólipos podem se colorir de tons
fluorescentes muito atraentes. Ao chegarem de importação
parecem um tronco de árvore seco, mas ao adaptarem-se
em seus aquários passam a ser considerados um dos
corais mais atraentes. Gosta de ser colocado em local
de boa movimentação de água.
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Brain
Coral

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Conhecidos como corais cérebro, preferem intensa
movimentação de água e luminosidade. Às vezes
alguns espécimes apresentam duas cores bem
diferentes, causando grande impressão nos aquaristas,
devendo ser colocados na parte superior do aquário.
À noite, expõem seus pólipos curtos, e nesse período
gostam de ser alimentados. Crescem lentamente, mas por
outro lado são bem resistentes desde que a qualidade
da água seja estável e boa.
Definham quando as condições químicas e físicas da
água são pouco favoráveis como pH descontrolado,
temperatura elevada por muito tempo, excesso de algas
ou falta de oligoelementos. Gostam também de ausência
de algas e distância de corais venenosos. Nunca toque
em sua mucosa.
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Open
Brain Coral
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A coloração avermelhada é tipica de águas turvas.
As mais verdes, brilhantes, provavelmente vêm de água
mais rasa ou com maior transparência. Existe uma
forma amarela, muito mais difícil de ser importada,
com a qual não temos experiência. De maneira geral,
gostam de local com menos intensidade de luz e
movimentação de água que outros cérebros.
Seu formato de número 8 ou semelhante é típico para
identificar este coral. Recomendado para iniciantes
como o primeiro coral duro do aquário por sua alta
resistência. Crescem bem e seu inflar e desinflar
constante é muito interessante de se observar, e pode
até tirá-lo do lugar em alguns casos.
Não há necessidade, mas, eventualmente podemos
alimentá-los durante a noite, quando expõem seus pólipos.
Ao retirá-los da água ou manuseá-los, é altamente
recomendável abaná-lo, incentivando seu total
recolhimento, o que pode levar cerca de 10 minutos.
Quando inflado e manuseado, pode cortar-se com seu próprio
esqueleto, o que causaria sua morte.
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Bubble
coral
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Muito resistente, pode ser mantido com luz
fluorescente. Prefere, no entanto, HQI. Seu
posicionamento deve ser testado. Em alguns casos não
desenvolvem-se bem sob intensa iluminação, mas por
vezes pode preferir locais assim. Gostam de ser
alimentados, e às vezes abrigam peixes palhaço.
Exemplares de mais de 15 anos de aquário são
registrados com relativa facilidade. Seus pólipos em
forma de bolha são sua marca registrada. Deve-se
tomar cuidado pois são agressivos e queimam tudo o
que está à sua volta.
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Hammer
Head
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Assim conhecido por seu típico pólipo em formato de
martelinho. Podem ser verdes, castanhos ou rosados,
sendo que combinações entre essas cores são possíveis.
Muito populares, podem atingir até 30 cm de expansão
para fora de seu esqueleto calcáreo. Às vezes, podem
contrair infecções por protozoários. Preferem
movimentação pouco violenta de água, e sua colocação
em relação à luz deve ser experimentada.
Alguns indivíduos preferem muita luz, outros bem
menos. São agressivos, portanto, quando adquirir um
hammerhead, calcule um espaço com relação a outros
invertebrados para que não ocorram "brigas"
químicas.
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Elegant
Coral
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Talvez o mais popular dos corais duros. Apresentam uma
ampla gama de colorações, sendo o tipo verde com
pontas dos pólipos rosa ou roxa o mais valorizado.
Provenientes de fundo lodoso, onde se
encontram parcialmente enterrados, podem ser bem
mantidos até com luzes fluorescentes. Gostam de
movimentação fraca a média de água, e expandem-se
bem mais em aquários do que no ambiente natural.
Peixes palhaços e donzelas se enganam e podem se
associar com este coral como fazem com anêmonas.
Estes corais não agridem os palhaços, tornando sua
associação um belo fenômeno a observar no aquário,
mas algumas espécies de palhaços mais afoitos podem
esfregar-se contra o tecido do coral com certa violência,
fazendo com que este se feche ou se machuque contra
seu próprio esqueleto.
Isso
ocorre mais frequentemente com palhaços Sebae e Skunk.
Quando precisar tirá-lo da água para transporte, ou
manuseá-lo, abane com a mão dentro d'água próximo
ao coral sem tocá-lo para que se feche totalmente,
evitando assim lesões irreversíveis ao seu tecido.
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Plate
Coral
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Muito confundidos com anêmonas, por seus pólipos
longos e com pontas contrastantes com o resto do
animal. Geralmente encontrados no fundo de locais
calmos do recife de corais, ou em suas imediações.
Estes corais de pólipo único devem ser colocados no
fundo de cascalho do aquário, com luminosidade
razoavelmente forte de HQI, e apreciam receber
alimento de vez em quando. São bastante frágeis a
ataques de outros corais ou anêmonas, e após o
ataque via de regra se deterioram até a morte.
Apesar de largamente importados, devem ser evitados
por iniciantes. Após bem adaptado ao aquário, se
desenvolvem e crescem muito, chegando até os 15 cm de
diâmetro.
ido.
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Sun
Coral
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Muito Amarelos, laranjas, e até um vermelho muito
escuro, aproximando-se do negro, combinam-se de
várias formas para produzir os mais belos arranjos
neste que é um dos corais autotróficos (não
realizam fotossíntese) que podemos manter bem em
aquários. Deve ser alimentado frequentemente (entre
uma e duas vezes por semana) com pequenos pedaços de
camarão, artêmia, pequenos pedaços de peixe ou o
que o aquarista verificar que é melhor aceito pelo
animal. Se alimentado corretamente, apresenta-se
saudável e crescendo bem.
Preferem regiões de luz menos intensa ou até
escuras, onde se mostram abertos com mais frequência,
mas podem sobreviver sob luminosidade intensa sem
maiores problemas. Gostam de forte correnteza de
água, e quando jogamos alimento na água, verificamos
a exposição de seus pólipos. Abrem-se mais tornando
mais fácil sua adaptação, se colocados de ponta
cabeça, que é a forma mais comum de encontrá-los na
natureza, principalmente na entrada de pequenas
cavernas onde há forte entrada e saída de água,
local onde pode capturar alimento mais facilmente. Em
aquários podem ser presos por braçadeiras de
plástico ou cola epóxi específicas. Uma boa dica é
colocá-lo na parede de trás do aquário, próximo à
superfície, ou seja, na vertical, onde receberão
forte movimentação de água e tornar-se-á mais
fácil para alimentá-lo. É encontrado em diversas
regiões ao redor do mundo.
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Leather
Coral
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Gostam de luz variável, e vão bem mesmo em aquários
de luz fluorescente. Gostam de movimentação média,
com uma eventual corrente forte, que se pode conseguir
com um wave maker.
Existem em enorme diversidade de cor, formatos e tipos
de pólipos. Existem indivíduos muito valorizados,
com pólipos de cor diferentes do corpo do animal.
Alguns são bem difíceis para expor os pólipos.
Podem demorar até um mês ou mais para se mostrarem
completamente "abertos", após introduzidos
no aquário. É o coral mais chato da família para se
mostrar bem no tanque, mas é talvez um dos mais
belos. Reproduz-se expontâneamente com facilidade,
onde nascem "filhotinhos" de sua base, que
podem ser cortados e fixados em outras rochas, onde
crescerão bem e ficarão tão belos quanto seus pais.
Podemos também cortar um pedaço do coral e colocá-lo
em outras rochas como se fosse uma muda. Isso causará
um grande estresse no coral, fazendo com que permaneça
fechado por vários dias, semanas ou até meses, mas
dificilmente o levará a morte. Na dúvida o melhor é
não mexer com ele.
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Gorgônia
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Parecem com plumas ou penas, variando de coloração
entre o bege claro ou escuro, e o rosa até roxo. Os pólipos
são quase sempre marrons. Normalmente, se postas
direto na água, sofrem um choque quase irreversível,
após o qual as pontas de seus galhos começam a se
desfazer. Se aclimatadas lentamente, desde que tenham
viajado bem durante sua importação, costumam viver
muito bem em nossos aquários e até produzirem
"mudas". Adaptam-se bem a basicamente todo
tipo de iluminação, mas o movimento de água é
importante.
Devem ser sempre bem movimentadas pela água com
alguns "golpes" de fluxo de vez em quando.
Ao chegar em seu aquário, fixe-a com cola epóxi
específica. Não a deixe caída e evite tocar em seu
corpo.
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Lettuce
Coral
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Não se adapta com muita facilidade às HQI,
preferindo tubos fluorescentes, devendo ficar em
locais com forte luminosidade e boa circulação de água
(utilizar wave maker). É um dos corais mais sensíveis
à qualidade da água, devendo-se portanto ter um
cuidado redobrado quanto ao nível de nitrato, que
deve ser o mais baixo possível.
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Goniopora
Sunflower
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Este coral é misteriosamente difícil de ser mantido
a longo prazo. Existem raríssimas exceções, onde
podem apresentar vigoroso crescimento e idades de mais
de dez anos, chegando mesmo a se reproduzir por divisão.
Mas via de regra, começam a demonstrar mau humor após
8 a 9 meses de aquário, não mais abrindo-se como
antes. Esse processo se intensifica e um belo dia o
coral começa a se desfazer.
Originário de águas turvas, pode ser encontrado em
enormes colônias. Apresentam vários formatos. Talvez
num futuro próximo se possa descobrir a razão do
sucesso dos poucos sortudos com esse coral e as
informações cheguem a todos os aquaristas.
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Galaxy
Coral
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Não se trata de uma espécie muito fácil de ser
mantida, por isso deve ser evitada por iniciantes,
apesar de sua beleza, mas quando se adaptam bem ao aquário,
podem viver anos e anos, e crescer bastante. Gostam de
boa movimentação de água e luminosidade não muito
direta. Melhor se colocados do meio para baixo do
tanque. Se adaptam melhor com HQI,s.
São bastante agressivos e lançam seus tentáculos na
direção de corais vizinhos, agredindo e até
matando-os aos poucos. Estes tentáculos podem atingir
cerca de 15 centímetros de comprimento, por isso,
mantenha outros animais à distância.
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Fox
Coral
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Nome popular de origem misteriosa. Originário de águas
turvas, apreciam portanto luminosidade menos intensa.
Movimentação de água ideal é lenta, quando expoem
seu tecido ao máximo. Seus esqueletos em forma de
cone são bastante frágeis, e quebrá-lo pode levar a
danos irreversíveis. Bem simples de manter, crescem
lentamente. Às vezes seus pólipos se dividem durante
o crescimento, apresentando em poucos meses uma
duplicação da colônia.
O aquarista cuidadoso pode, então, dividir a colônia
dupla pelo esqueleto e passa a ter dois corais.
Cuidado para não prensar sua base entre duas rochas.
Use epóxi apropriado para fixá-lo, caso contrário
poderá cair de seu local várias vezes, o que causará
grande estresse ao coral, podendo levá-lo a morte.
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Xenia
umbellata
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Cobiçada por anos entre aquaristas avançados, esta
é uma das espécies mais fáceis de se cultivar.
Xenias multiplicam-se rapidamente em aquários bem
equilibrados, e sua proliferação é impressionante.
Também muito propensa a morte súbita por infecção
ou choques. Gostam de uma certa quantidade de matéria
orgânica dissolvida na água, como suas familiares
Xenias e Anthelias.
Assim como todos os corais de sua família, não
tolera altos níveis de nitrato. São encontradas no
mercado em pequenas
mudas, o que é mais que suficiente para conseguir em
poucos meses enormes colônias deste animal.
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Acropora
cerealis
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Considerada impossível de manter até poucos anos atrás.
Com as técnicas atuais, não só as mantemos, como
crescem em velocidade assustadora. Preferem grande
intensidade de luz, e fortes correntes de água. Muito
comum mudarem de cor no aquário, considerada a cor
com que vieram do mar.
Já se criam acroporas em cativeiro, incentivando e
facilitando sua aquisição pelo aquarista. É muito
comum, já em nosso país, aquaristas trocarem
"mudas" destes corais. São corais indicados
para aquaristas mais experientes que possuem tanques
muito bem iluminados com lâmpadas HQI, excelentes
skimmers, controle rigoroso de temperatura e eficiente
adição de cálcio.
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Acropora
microphtalma
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Idem
Acropora cerealis.
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Acropora
samoensis
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Idem
Acropora cerealis.
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